sexta-feira, 3 de dezembro de 2010








Apresentação de Sôbolos Rios Que Vão:
4 de Dezembro: Fnac do NorteShopping - Matosinhos - 21H00
5 de Dezembro: Fundação Cupertino de Miranda - Porto - 16H00

É já amanhã... se puder, apareça!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Estacionamento nos passeios

Quando estacionarem o automóvel em cima do passeio, lembrem-se deste e- mail.
Este trabalho foi premiado em Cannes.
Se tens carro ........... reflete e pensa neles ...!


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Perdem por 55-0 e não estão em último!

Não é todos os dias que, num jogo de futebol, uma equipa consegue atingir um resultado de dois dígitos. Ora, na Mining Division, campeonato amador inglês, organizado pela Federação britânica, um jogo não só atingiu os dois dígitos como passou a meia centena de golos. A equipa de reservas do Logan RBL venceu o Madron por 55-0. Imaginam o resultado se fosse a equipa principal?
À partida já se previa um jogo difícil para o Madron, pois teria uma deslocação ao terreno do líder da prova e tudo ficou pior quando, na manhã do encontro, seis jogadores resolveram desistir e não comparecer. O Madron foi obrigado a entrar em campo com sete jogadores, o mínimo exigido por lei, pois não havia mais ninguém para jogar.Aproveitando as incríveis fragilidades do rival, o Logan RBL foi construindo um resultado histórico, marcando, em média, um golo a cada dois minutos. Pararam nos 55-0. O Madron, em dez jornadas, marcou apenas 2 golos e sofreu...205.
E, para finalizar, um detalhe: não é último! O Storm perdeu pontos na secretaria e tem -3, contra os 0 do Madron.

sábado, 27 de novembro de 2010

Isto é a mais pura das verdades! Tudo aquilo que ultrapassa a perfeição é enfadonho!

Ao ler esta noticia no Blitz, compreendi facilmente a razão pela qual os bilhetes, dos concertos desta banda Inglesa em Portugal, já tinham esgotados.

Com uma discografia de meter inveja a qualquer banda deste mundo, os James, do mítico Tim Booth, que se apresentam nesta tourné com o seu mais recente "The Morning After", é qualquer coisa de imperdivel!

O mais impressionante, para além dos seus inúmeros temas de sucesso (ex: Laid, Say something, Sometimes, Gettiting away whit it, Born to frustrtion, Sit Down, ou muitos e muitos outros) que facilmente conseguiríamos trautear (nem que fosse no chuveiro), é ver como Tim Booth e a sua banda, sem grandes artefactos e sem produções megalómanas conseguem, com a sua simplicidade, cativar o publico.
Tim Booth, um dia disse qualquer coisa deste género: - a imperfeição dos seus temas, cantada em concerto, é a coisa que mais agrada aos seus fãs.
James, durante os seus concertos, e através dos enganos (programados) e improvisos (ensaiados) que o seu vocalista Tim Booth faz questão em levar à cena, demonstram um claro desprezo pelo vedetismo! Quem tem o privilégio de os ver e ouvir (como eu já tive), para além de ficar totalmente preenchido e considerar bem empregue o dinheiro do bilhete, entende a mensagem que eles querem passar: Endeusar os ícones da música não faz qualquer sentido!
Para que possam comprovar o que eu digo, deixo aqui no Conclave os improvisos e os enganos... desta magnifica banda!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Save the Word


Rent a person

Bem, para quem viu o validation deve ver este também... e reparem no cruzamento fabuloso que acontece...
Quanto a este... vejam e interpretem a mensagem...
Soberbo...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

António Lobo Antunes «Sôbolos Rios Que Vão»


Sôbolos Rios Que Vão é um poema de Luís Vaz de Camões e o último romance de António Lobo Antunes. Se na anterior obra, intitulada Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra No Mar?, António Lobo Antunes tentou criar uma obra “perfeita” (nas palavras do autor) ou “O livro”, este novo romance não entra por esse caminho e oferece ao leitor uma viagem autobiográfica – ao contrário de mais um livro de crónicas que o autor tinha prometido nos finais de 2009, se não me falha a memória.

A temática gira à volta da grave doença que atingiu o autor entre o final de Março e o início de Abril de 2007 e de tudo aquilo que ele sentiu, chorou, sonhou e reviveu enquanto esteve hospitalizado. Sem margem para grandes dúvidas, este mergulho no rio que lá foi é a obra mais intimista, íntima e humilde escrita até à data; nos anteriores romances, o recurso a aspectos pessoais e sociais que Lobo Antunes experienciou era bem patente: o amor pelo avô, a casa em Nelas, as tias salazaristas, o pai que o obrigou a ir estudar Medicina, a adolescência vivida em Benfica, Lisboa, o horror da guerra colonial onde ele foi forçosamente enviado como médico, a riqueza da sua família, o anti-fascismo e outros temas abordados são transportados para um patamar mais intimista – como referido atrás – numa espécie de confissão do silêncio, da humilhação, da saudade e do valor dado à vida. Lobo Antunes está consigo da primeira à última página: desabafa a doença nos intestinos (os “ouriços”, como ele se refere à doença) na primeira e na terceira pessoa, insistentes diálogos directos, mistura de narrativas e personagens – a que ele já nos habituou –, sentimento de náusea e tristeza contrastados com os húmidos olhos que “Antoninho” e “Antunes” choram no seu ombro.

Os livros de António Lobo Antunes não são destinados a todos os leitores – ou pelo menos, nem todos vão gostar ou compreendê-los – e este em especial deve ser lido apenas por aqueles que já conhecem as suas obras e que sabem um pouco da sua vida. Abro-me aqui perante você, estimado leitor, e partilho consigo a felicidade e a desolação do meu encontro, há uns anos, com um lobo solitário e da forma como vê-lo com a audição parcialmente diminuída e o cansaço evidente nos seus movimentos e olhos me deixou com um amargo sorriso. Mas isso não interessa para nada: leia este diário.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

:)

Momento de relativa boa disposição

«Tenho dúvidas que a Coreia do Norte não seja uma democracia» by Bernardino Soares, Deputado do Partido Comunista Português, in Diário de Notícias, 2003












Tendo em conta a actualidade político-bélica das Coreias, este tesourinho fica para a história.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A evolução dos tempos...

Nos idos e saudosos anos 90´s, quando os Oasis estavam em alta, eu escolhi ser fã dos Blur! Não, para ser do contra, mas porque efectivamente a sua sonoridade, inconstante, e a rebeldia com estes betinhos se apresentaram ao publico, me fascinou desde o primeiro minuto!

Damon Albarn, ex-vocalista dos Blur e actual mentor da maior banda animada deste planeta, anunciou que o quarteto pode vir a ressuscitar já em Janeiro de 2011 «para fazer algo pequeno»!

Enquanto isso não acontece, Damon Albarn, garante que continua concentrado no seu outro projecto musical, de seu nome, Gorillaz:

domingo, 21 de novembro de 2010

Ora digam lá que ela não tem qualidade?

No meu ultimo post fiz questão em publicar, para que não houvesse dúvidas, o Casting de selecção da nossa actriz. Agora, para que possam confirmar o seu potencial (sem dúvida, o mais acertado para este papel!), deixo-vos aqui as primeira falas, da sua primeira cena gravada...

O que se lhes pediu foi: "Que dessem o seu melhor (delas!)!!!"

Relembrando a saudosa Adelaide Ferreira,"hoje o papel principal é meu, e só meu, e quem perdeu, foste tu e só tu! e nunca eu!", o que vão poder presenciar a seguir é, nada mais nada menos que, a confirmação da letra desta musica.
Para além da validação desta sábias palavras, o que vos deixo aqui hoje é, a prova de que a industria audiovisual (pelo menos a internacional) no que toca a escolher qualidade para o papel principal não brinca em serviço! Exige rigor, boa dicção, elegância e acima de tudo pose!
Mais, para poderem alcançar os exigentes objectivos pretendidos (a atribuição de um importante papel para uma peça de Shakespeare), estas duas actrizes, tiveram de se sujeitar (uma mais que outra!) a um rigoroso casting idealizado pela produção.
A confirma-lo está, a segunda concorrente deste casting que teve de se esmerar muito para poder obter este papel...

Agora que presenciou este video; destas duas concorrentes, quem considera que tem mais potencial para obter o papel principal? lol

sábado, 20 de novembro de 2010

Um cantinho de cultura que vale a pena visitar!

A Revista Play Bleu foi até algum tempo atrás uma revista alternativa de destribuição gratuita oriunda da cidade de Braga (se não me engano?) que nos deu a conhecer a sua Agenda Cultural, Noticias, Novas Bandas, Sugestões Online, Cinema, Concertos e muito, muito mais...

No entanto, e como tudo nesta vida, esta revista deixou por questões económicas(?) ou ecológicas(?) a sua versão em papel para passar, exclusivamente, a versão internet!

Como visito com alguma frequência este espaço, e porque gosto muito daquilo que lá vejo, decidi partilhar com os dEUSES deste Conclave este magnifico cantinho de cultura!

Espero que gostem!
PS.: Clique na imagem para aceder à revista!

Votar é um prazer, (mas só para alguns!)

Uma campanha eleitoral, da autoria da Juventude Socialista da Catalunha, em vídeo, que promove o acto eleitoral como sendo um prazer, neste caso como sendo um orgasmo, está a causar forte polémica em Espanha... ler tudo aqui

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Converge, meu amor


Jacob Bannon - Gritos, poesia & pintura
Kurt Ballou - 6 cordas
Nate Newton - 4 cordas
Ben Koller - Baquetas

Os Converge formaram-se em 1990 mas só em 1991 é que começaram a compor e a gravar material (demos) que viria a ver a luz do dia versão longa-duração com "Caring & Killing" (1994), com uma sonoridade vincadamente post-hardcore. O primeiro disco verdadeiramente "debut" é "Petitioning the Empty Sky" (1997): claramente mais agressivo e com notórias influências de thrash metal e algum crossover do início dos anos 80. "The Saddest Day" é a música mais conhecida do disco e um dos temas que mais ovação recebe ao vivo.

"When Forever Comes Crashing" (1998) segue as mesmas pisadas do anterior, apesar de tecnicamente se notar um "boost" interessante, com toques do movimento proto-hardcore técnico liderado por uns Starkweather (vistos ainda hoje como uma referência máxima do movimento mathcore). Daqui saíram bons temas como "When forever comes crashing", "The High Cost of Playing God", "Year of the Swine" ou "Love as Arson". Em 2001 sai aquilo a que eu e muito boa gente define como uma das obras primas da boa música: "Jane Doe". A costela grindcore e noisecore tecnicista revela-se em todo o seu esplendor neste disco de doze faixas, sem esquecer as suas próprias raízes do hardcore cru dos anos 80 de uns, digamos Black Flag, e os riffs da Bay Area ("Homewrecker", "The Broken Vow"). O disco termina em alta com a asfixiante, épica e melódica faixa "Jane Doe". Deste disco não só resulta um dos paradigmas daquilo que já se falava mas que ninguém queria assumir: o mathcore. Tempos complexos e dissonâncias rítmicas que fazem lembrar uma sonoridade mecânica. Mas "mecânica" acaba, de certa forma, por ir contra o som dos Converge, pois se há coisa que a banda ainda mantém desde 1991 é a sua homogeneidade na composição orgânica. Segundo Jacob, a mulher que aparece na capa (e que se tornou no símbolo da banda) não é baseada em nenhuma modelo mas sim fruto de mais um dos seus milhares de desenhos resultantes de experiências e relações sociais e amorosas - aspectos que marcam ainda hoje as letras da banda.

"You Fail Me" e "No Heroes" - 2004 e 2006, respectivamente - foram os discos que se seguiram. Menos caótico que o anterior de 2001, "You Fail Me" tem verdadeiros poemas de amor... Ainda hoje me arrepio quando oiço "Last Light". A "gritaria" de Jacob é intercalada com voz limpa e mesmo instrumentais semi-acústicos ("In her shadow", "Hanging Moon"). "No Heroes" é, de longe, o disco mais pesado da história da banda: produção crua à la noisecore, músicas curtas, tecnicismo, psicadelismo de "Plagues" e mais um marco na história da boa música: "Grim Heart/Black Rose". "O poema" do disco, arrisco. 9 minutos e meio (para contrapor com as restantes curtinhas) de sentimento, amor, sufoco, voz limpa, gritos e um clímax arrepiante - emocionalmente... emocional.

"Axe to Fall" (2009) uma vez mais surpreende ao alargar os horizontes e experimentar novos caminhos. O álbum conta com a participação de membros de Genghis Tron (Hamilton Jordan e Mookie Singerman), Cave In (Steve Brodsky, John-Robert Connors e Adam McGrath), Disfear (Uffe Cederlund), Blacklisted (George Hirsch), The Red Chord (Brad Fickeisen), Himsa (John Pettibone), Neurosis (um tal Steve Von Till) e também Sean Martin, que recentemente abandonou os Hatebreed.

De salientar que no meio da discografia da banda foram lançados EPs e split cds com bandas como Agoraphobic Nosebleed, Dive, Daltonic, Opposition, Coalesce, Brutal Truth, ou Hellchild. "The Long Road Home" de 2003 é um DVD que a banda lançou com uma qualidade de imagem e som que eu, francamente, recomendo apenas a die hard fans.

Vegetarianos/vegan, fans de Black Flag, Coalesce, Godflesh, Entombed, Slayer, Starkweather, Born Against, Black Flag, Agoraphobic Nosebleed e etecéteras, os Converge designam-se simplesmente como uma banda de "Punk Rock".

Eu defino-os como "amor".

Podem seguir o culto em: http://www.convergecult.com/ e http://www.myspace.com/converge







quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Uma melodia deliciosa...

É certo e sabido que existem imensos projectos musicais bons e portugueses...
Já aqui se falou de Tiago Bettencourt... Aqui fica mais uma das dele com a participação especial de Inês Castelo Branco...

Human castles

enjoy

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Quando eu era criança...

Existem pequenos videos que nos fazem pensar...

sábado, 13 de novembro de 2010

"Girls (irmã, primas, namoradas e colegas de escola) on film"...

No meu tempo de liceu, a minha irmã, as minhas primas, namoradas e quase todas as outras colegas de escola, quando ouviam o nome "Simon Le Bon", enrubesciam, ficavam sem oxigénio e sem fala! Depois, entravam numa gritaria tal que quase que lhes dava um "xelique"!

Para terem uma ideia daquilo que vos falo; tudo o que fosse parede, portas, ou tecto do quarto, levava com um poster ou calendário deste gajo! Entrar em alguns quartos destas meninas, significava ter este "Sexy (symbol) boy" a olhar para nós (ou seja, mais para elas!) o tempo todo!

Assim, e para elas, agora todas quarentonas, deixo aqui a noticia mais brilhante deste século, XXI:

O novo álbum "All You Need Is Now" da mítica banda dos anos 80´s chamada "Duran Duran", chegará às lojas em Fevereiro 2010. No entanto, e para compensar as fãs, o grupo disponibiliza o álbum, na integra e exclusivo, já a partir de 21 de Dezembro, no iTunes.

Prometendo um regresso em grande, o teclista da banda, Nick Rhodes, disse que este é o melhor álbum deles, editado nas ultimas duas décadas.

Made in Portugal

Os Balla, banda portuguesa de pop electrónico alternativo, estão de regresso com o seu novo álbum «Equilíbrio».
O single promocional «Montra», deste albúm editado no passado dia 10 de Novembro, contém um sample de «Rapaz Caleidoscópio», dos UHF, que vale a pena ouvir....

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Validation...

Um dia em que divagava pela world wid web deparei-me com este video... Não achei que iria provocar em mim aquilo que provocou...
Partilho convosco... Espero que de alguma forma tornem a vossa vida alguma coisinha diferente...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Novos Métodos de Construção

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Adivinha


P: Qual é a diferença entre um táxi e o Benfica?
R: O táxi só leva 4!!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tanta invenção que até dá baile!







domingo, 7 de novembro de 2010

Uma nova banda de música alternativa portuguesa...

Antes de mais, quero informar que este post já estava a ser preparado por mim muito antes daquilo que aconteceu hoje! Nada teria, à priori, a ver com o derrota do SL Benfica (LOL!).

Poderia iniciar este post citando qualquer benfiquista antes do jogo: - 5? isso é "um redondo vocábulo", mas não o vou fazer!

Começo antes com: Face ao que aconteceu hoje, ouvir uma nova banda alternativa portuguesa, os "Venham mais cinco", a cantar temas do inesquecivel Zeca Afonso faz-me pensar...

... tanto quanto me fez pensar as palavras de André Vilas Boas, no final do jogo: " vencer por 5-0 sabe muito melhor"! LOL

Assim, por ser verdade e para que recuperem o mais rápido possivel, deixo aqui a todos os benfiquista, esta fabulosa "canção" deles...

A versatilidade da música...

Eu até nem sou do F. C. Porto... talvez padeça apenas de uma simpatia hereditária... No entanto não resisti a uma das piadas que já circula pelo mundo do facebook... Portanto,

VENHAM MAIS CINCO! ;D

Porto vs Benfica

Quem torce por quem? Acusem-se :p

Sugestão Semana

sábado, 6 de novembro de 2010

Sugestão de fim de semana...

Portugal recebe-os a 10 de Novembro na Praça de Touros do Campo Pequeno em Lisboa e, no dia seguinte, no Coliseu do Porto!

"Ezra Koenig, Rostam Batmanglij, Chris Tomson e Chris Baio, são os quatro rapazes que, depois de termirem os cursos na Columbia University, editaram um disco que se revelou uma verdadeira lufada de ar fresco no panorama musical. Vampire Weekend, apresentava uma banda sem medo de misturar rock e punk com ritmos africanos, criando uma sonoridade própria."

"Em 2010 editaram o segundo longa-duração, Contra, onde continuaram a inovar, não se limitando a repetir o que de bom tinham feito no primeiro disco. Além dos ritmos africanos, os Vampire Weekend alargaram os horizontes até outros lugares, como o Caribe, e criaram um álbum que certamente vai figurar em muitas listas dos melhores do ano." Tirado daqui

Homens


9 em cada 10 homens preferem mulheres com peitos grandes. O décimo prefere os outros 9 homens!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Um nome que ficará "gravado" para sempre...

O novo livro "Mulheres que Amaram Demais", que acaba de chegar às livrarias, apresenta as histórias de nove mulheres extraordinárias que marcaram - e amaram - o mundo no século XX. Entre elas, a autora Helena Sacadura Cabral escolhe, como figura primordial do século XX na area do cinema, Marlene Dietrich.
Para além de todas as outras extraordinárias figuras femininas do século passado que a autora escolhe homenagear, eu, gostaria de completar esta, destacando Peter Murphy (e a sua obra prima, o álbum Deep), naquele que considero ter sido o maior hino de "amor" feito e prestado por um músico a esta enigmática figura que foi Marlene Dietrich, a uma musa inspiradora!

Desculpem-me a falta de modéstia, mas já tive o prazer de ver este SR. duas vezes -uma com os Bauhaus e outra a solo-; e esta é e será sempre, de toda a sua magnifica e infindável lista de êxitos, a minha música favorita!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

"Dia de todos os Santos"

O dia 1 de Novembro pode ser abordado de várias formas mediante o "olho" que o observa.
Eu em particular admiro sobretudo "excessos" de muitas pessoas.
Os excessos cometidos pela vaidade das roupas que vestem. Isto porque até há quem compre brincos um mês de antecedência para condizer bem com a roupa que vai usar.Mas também e sobretudo pelas flores que vão adornar os jazigos.
As pessoas já mais idosas entram numa competição louca em que tudo vale para a vizinha do lado não ter uma qualidade de flores mais bonita, mas ainda há aquelas que podem esticar o cheque e pagar valordios por um simples ramo de flores, ou uma flor apenas. Neste caso falo também das floristas que devem ter dado graças aos céus por terem tirado a barriga de misérias e a crise ainda não se ter sentido nos bolsos de muitos.
No fundo penso que o excesso dos excessos é exagerarem em tudo e se esquecerem do propósito que as deveria levar a um local sagrado como o cemitério.
Este dia tal como tantos outros assinalados sobretudo pela igreja católica, apesar dos tempos que correm, são ainda poucos aqueles que entendem e cumprem o verdadeiro sentido dos factos.
Cada um vive mediante o "excesso" que quer mostrar.

sábado, 30 de outubro de 2010

Poesia e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém... VII


Farto, fraco, falido,
Fatigado, forçado, fodido!*


A.R.


*Desculpem-me o modo burlesco e grosseiro (que pode também ser poesia), mas às vezes fica tão bem uma aliteração a desenhar um estado de espírito! Tenho dito!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Punks not dead! " (nunca! mas mesmo nunca!)

J.hey, mais uma vez, com a publicação do seu ultimo post obrigou-me a recordar os saudosos "ramones" da cena musical portuguesa, dos anos 80´s e inicio dos anos 90´s!

Recordar Peste & Sida e Censurados é recordar os anos em que me deixei (à minha maneira) influenciar pelo punk à portuguesa! LOL

Em 2009, com uma nova versão do tema "Sol da Caparica (na minha bicla!)", os Peste & Sida ainda continuavam "a acreditar que o “mainstream” e a fama são efémeros e que é a força das convicções que marca pontos. Esta permissa tem (segundo eles) garantido a coerência da banda ao longo dos tempos..."

Assim, "e para libertar a malta", não podia de deixar aqui postar, também, esta magnifica interpretação punk levada a cabo pelos Censurados numa homenagem ao Zeca Afonso...


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Eles estão de volta

Depois de anos desaparecidos, eles estão de volta... Editaram um CD em 2009 e agora em 2010 presenteiam-nos de novo com este WONDERLUSTRE...
Fica aqui uma amostra...

TGV Português em Testes Secretos!

Testes já executados no Alentejo!
E, não só
Reparem bem no fabuloso sistema automático de agulhas !!
E o sistema de controlo de posição. Melhor que através ao recurso do GPS.
Já agora............. Admirem a ligação Comboio- Cabo de Alta tensão feita pelo Engº . Maquinista, certamente licenciado pela Independente.



Ramoooooones

e quem é que está numa de roqueirada quem é quem é?


enjoy

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

The National no Porto!

A promotora Música no Coração já confirmou os concertos, avançando o preço dos bilhetes: entre 20 euros e 40 euros no Porto e de 30 euros a 35 euros em Lisboa.

Esta é a segunda visita dos National a Portugal para espetáculos fora de festivais; além do concerto da Aula Magna, em 2008, os autores de Alligator já atuaram nos festivais de Paredes de Coura (2005), Sudoeste TMN (2007 e 2009), Optimus Alive!08, Festival Manta (Guimarães, 2008) e Super Bock Super Rock (2010).

Fonte: Blitz

fiquem com um cheirinho...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

El Baile 2 anos

E foi por falar nele que descobri isto... Deliciem-se!

Owen Pallett, o violinista que assinava como Final Fantasy e que é orquestrador privilegiado de nomes como Arcade Fire, Beirut ou Last Shadow Puppets, estará entre nós, nos dias 3 e 4 de Dezembro, na edição Super Bock em Stock deste ano... a decorrer (infelizmente só!) em várias salas da Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Este festival urbano, "que promove a deambulação do público por vários espaços", já confirmou, também para a sua terceira edição, uma das maiores revelações do ano!

Com a visão futurista da soul e da pop concretizada no álbum de estreia “The Archandroid”, Janelle Monáe, é a diva de maior destaque (para os críticos) neste cartaz do Super Bock em Stock!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Parece (quase) impossivel...

Agora que J.hey fala do album "Funeral", lembrei-me que no mesmo dia que tive o prazer de conhecer "Arcade Fire", chegou-me também às mãos (ouvidos!) o álbum "Has A Good Home", do grupo (?) “Final Fantasy”!
Confesso que na altura (parecendo, para muitos, impossível hoje!) "Final Fantasy" cativou-me muito mais que Arcade Fire!

Sob o nome de "Final Fantasy", Michael James Owen Pallett , conterrâneo dos Arcade fire, apesar de apresentar uma linguagem muito próxima destes, cativou-me mais, por conseguir demarcar-se, à semelhança de Andrew Bird (já aqui falado por mim), pela sua performance; por ser ele próprio, em exclusivo, o único responsável (compositor, violinista, teclista e vocalista) daquilo que apresenta a quem o deseja ouvir!

Para além de muitas outras, esta música "The CN Tower Belongs To The Dead ", encheu-me por completo, as medidas!

Nota: "Final Fantasy" deu origem a Michael James Owen Pallet ... assim é ele conhecido hoje!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Comunicado

Venho por este meio sugerir que ouçam à força toda o album Funeral dos Arcade Fire...é de capital importância que o façam! (pleeeeease :p)

domingo, 17 de outubro de 2010

"Words Fail Me" by The Sound

uma das bandas em que "colei" completamente nos últimos tempos e que me tem acompanhado nesta épica jornada que é o mundo académico!

enjoy

Beleza Americana

Resolvi partilhar convosco uma crítica ao filme da minha vida.

Um verdadeiro murro na indústria cinematográfica é aquilo que o primeiro filme de Sam Mendes, “Beleza Americana”, representa. Este drama avant-garde é uma verdadeira obra-prima lançada em 1999, vencendo vários Óscares da Academia, calando ao mesmo tempo vários críticos que se estavam cépticos quanto ao valor de Sam Mendes e ao carácter mais europeu/independente que marca esta longa-metragem.

Começando com flashbacks, o filme conta-nos a estória de Lester Burnham (Kevin Spacey), um homem de 42 anos que se encontra no meio de uma “crise de meia-idade”, odiado tanto pela sua esposa Carolyn (Annette Bening), como pela sua filha Jane (Thora Birch), que se sente extremamente sedado e adormecido. A nossa personagem principal conhece os vizinhos Fitts,: Ricky (Wes Bentley), um vendedor de droga que tem de enfrentar e ser como o seu pai, o Coronel Frank Fitts (Chris Cooper), uma pessoa extremamente homofóbica, patriota e que se define por um modo de estar na vida extremamente militar e formal. Ricky é um adolescente estranho, extremamente confiante, que filma obcecadamente Jane (que primeiro o odeia), acabando por se tornarem namorados. Lester tem uma vida miserável, tanto a nível social e conjugal, tendo mesmo uma esposa que o despreza. Carolyn é frígida, insegura e falsa (primeiro está a imagem, só depois vem a felicidade…) acaba por ter um caso amoroso com um dos seus rivais no ramo das imobiliárias: Buddy (Peter Gallagher), destruindo por completo o pouco que ainda restava do seu casamento com Lester. O renascer deste dá-se quando conhece Angela (Mena Suvari), a melhor amiga da sua filha e uma “cheerleader” que aparenta ser promíscua e confiante.
“Beleza Americana” retrata a vida de um homem que em menos de um ano morrerá, e sem que o saiba, renasce e deixa de parte a costela material da sua vida: os luxos, a vida de aparências, o emprego monótono, e a sua relação conflituosa com a sua esposa e filha. Ao apaixonar-se por Angela, Lester apercebe-se de que quer viver apenas de modo humilde, totalmente anti-materialista, e ser feliz. O filme é uma sátira à sociedade capitalista americana do final dos anos 90 do governo de Bill Clinton: uma crítica ao mundo da concorrência desleal das grandes empresas imobiliárias que caracterizou o segundo mandato de Clinton; uma sociedade consumista que se desliga do real e vive no artificial e que deixou de reparar nas coisas belas da vida (um saco de plástico a dançar no vento é o vídeo preferido de Ricky, um jovem aparentemente “chanfrado”, que ao longo do filme se revela frio e enfrenta o pai severo); os casamentos de aparências, uma sociedade que molda os adolescentes de acordo com o sonho americano… uma sociedade que deixou de viver (Carolyn é o melhor exemplo desta questão). A homofobia presente no Coronel Frank Fitts é outro dos pontos importantes do filme. Frank é um pai obcecado pela educação militar, republicana e severa do filho, e um homem triste que vive dentro de uma carapaça que o impede de ser o que ele realmente é: um homossexual. Este tipo de vivência social material e repressiva dos nossos desejos verdadeiros marcou uma era e curiosamente ainda marca a nossa.
Uma viagem aos subúrbios norte-americanos e sequências de histórias de amor aborda temas como solidão, beleza, tristeza ou ódio, sem deixar de lado as relações entre homens velhos e jovens raparigas, o consumo casual de drogas, a homossexualidade no Exército, sexualidade entre adolescentes, a obsessão pela vida dos vizinhos, o amor e ternura existentes entre as mais conflituosas famílias e a já mencionada cena do saco de plástico dançante, fazem com que “Beleza Americana” faça todos aqueles que vivem como Lester questionem se realmente estão mortos ou se ainda vão a tempo de renascer.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Tesourinho...

Bem, andava eu perdida em busca de novos sons quando me deparo com esta versão fantástica da música de Fernando Tordo tocada pelos Linda Martini... Ouçam e apreciem...


Ainda bem que há "Linhas cruzadas" na música nacional!

Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, por mim considerada a melhor voz do panorama musical nacional, disse uma vez (cantando) que tinha um "Problema de Expressão", que "nem sempre encontrava o melhor termo" nem "o melhor modo" para "dizer que amava".
Afim, dizia desconsolada que quando "as palavras lhe custavam a sair" tudo devia ser fácil e "ser como no cinema", tudo devia ser expresso na "a língua inglesa", "que ficava sempre bem".

Felizmente, depois de muitos anos a ouvir muitos portugueses a cantar (mal) em inglês, tudo isto está a mudar; e este sentimento, ironicamente cantado pela Manuela Azevedo, vai desvanecendo a olhos vistos!
Hoje, são cada vez mais os artistas que, para melhor conseguir transmitir os seus sentimentos ou os seus estado de almas, optam por cantar, excelentemente bem, em Português!
A prova disso mesmo, encontra-se neste magnifico dueto...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Anotem... que vale a pena!

Sexta feira dia 29 de Outubro, por apenas 3€, no café concerto do Centro Cultural de Vila Flor, os Madame Godard, que editaram no passado mês de Junho o primeiro albúm a sério, em cerca de dez anos de existência, levam à cena o seu mais recente trabalho... “Galapagos”!

Mente sã, corpo são!

Este é o exercício que Vos proponho para hoje...Oxigenar a mente!
Hoje, tropecei em Sia Kate Isobelle Furler, uma cantora australiana de música pop conhecida no meio artistico como Sia. Assim, e como não consegui ficar indiferente àquilo que vi e ouvi, decidi partilhar com vocês a deliciosa musica que acompanha este sensacional vídeo! Espero que gostem!
Ah! outra coisita...façam mesmo o titulo desta musica vos aconselha: respirem-na! Podem ter a certeza que não se vão arrepender!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Haruki Murakami «Norwegian Wood»

Dois anos mais tarde, reencontrei novamente Haruki Murakami. Sputnik, Meu Amor foi o meu primeiro contacto com o popular escritor japonês: uma obra que achei razoável, mas que não me tinha fascinado ao ponto de a colocar – nem ao autor – num patamar elevado, talvez porque na altura estava a ler obras de outros autores que aprecio mais, ou porque simplesmente o livro não era aquele que eu deveria ter escolhido para me iniciar no mundo de Murakami. Não sei ao certo a resposta, mas Norwegian Wood teve um impacto em mim que não esperava.
O romance tem lugar nos anos 60 e retrata a vida de Toru Watanabe, um jovem que acaba de se mudar para uma Universidade privada em Tóquio. Mas as primeiras páginas do livro não se passam no Japão nem nos anos 60; passam-se na Alemanha dos anos 80 onde a nossa personagem principal recorda com carinho e muita nostalgia os tempos que viveu na faculdade, os amigos que tinha, o modo de vida que promíscuo que adoptava e o grande amor da sua vida: Naoko. Ao longo da obra são-nos dados a conhecer o Japão que conhecemos, desde o nacionalismo, revoluções nas universidades (creio que aconteceram mesmo) - que não resultaram em nada e cujos resultados das mesmas foram o regresso à extremamente bem organizada vida - e uma “estranha” admiração do autor pela literatura e música do ocidente. A verdade é que as personagens lêem constantemente livros de autores europeus e norte-americanos (Thomas Mann, John Updike, Hermann Hesse, Joseph Conrad, Fitzgerald…) do mesmo modo que consomem música clássica e a pop dos Beatles, que como se sabe têm uma canção com o mesmo nome deste livro. Watanabe e os seus amigos divertem-se a beber em excesso, a tocar guitarra e cantarolar canções dos Beatles e de outras bandas do género da época – lembremo-nos que decorria a guerra do Vietname -, enquanto o resto da sociedade japonesa vive como a conhecemos: pontual, rigorosa e extremamente metódica.

De facto, esta atracção do autor pelo ocidente tem-lhe causado variadíssimas críticas por parte da crítica japonesa de há muitos anos para cá… Mas a verdade é que o Ocidente, especialmente a literatura britânica e norte-americana, sempre esteve bem servida em termos de criativos e, portanto, não me estranha nada que este mesmo escritor tenha outro livro intitulado Kafka à Beira-mar. Não obstante as referências ocidentais, esta obra está repleta de referências ao dia-a-dia japonês da década de 60 e 70, de pormenores deliciosos e surpreendentes diálogos por parte de personagens diferentes mas igualmente interessantes (sem esquecer a sumptuosa forma como as montanhas e as cidades são descritas, especialmente no inverno). Não perca mais tempo a ler as minhas palavras: descubra a beleza melancólica de Norwegian Wood Hpor si mesmo.

RESPEITO


domingo, 10 de outubro de 2010

Anuncio Mcdonald´s ......

Poesia e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém... VI

Como o pêndulo do relógio,
Mecanicamente baloiço...

Corro... corro... corro sempre!
Que alvoroço! Que bruma!
Corro todos os segundos
Sem nunca ir a parte alguma...

A. R.

sábado, 9 de outubro de 2010

The boy...Behind the man... esta é a verdeira poesia de Jonh Lennon!

Chegou hoje (08/10/2010) aos cinemas dos Estados Unidos, véspera do 70º aniversário do nascimento de John Lennon, "Nowhere Boy", filme de Sam Taylor-Wood que revela o lado sensível e inseguro do ex-beatle em sua problemática adolescência. (Ler tudo aqui)

Imagine...

Hoje ao abrir o computador, a minha home page - google - homenageava Jonh Lennon pelo seu 70 aniversário.


Depois disso questionei-me: - quem nunca teve John Lennon como ídolo?

Face a esta pergunta, e por que acredito que poucos serão, este fim de semana como desafio, sugiro a todos os dEUSES deste Conclave, que façam uma breve homenagem ao musico pacifista, a este ícone da sociedade contemporanea... que foi (e é) John Lennon!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Estados de espirito... :) :) :)

GINGATESOS - 1º Passeio de Ginga RDT

REPÚBLICA DOS TESOS

Estados de espirito....



LINDA MÚSICA...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Gotan Project



"No basta con tener la voz más melodiosa para entonar un tango. No. Hay que sentirlo, además. Hay que vivir su espíritu." (Carlos Gardel)

O estilo musical de Gotan Project encaixasse ao Tango, introduzindo elementos da musica eletrônica...

Leia Mais Aqui

...




Saudades de tempos que eu não vivi

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estória de um homem sem nome!

Em vez de fotografia, esta semana gostaria de partilhar no "CONCLAVE" e com os seus "dEUSES" uma das minhas "estórias reais", por acaso ocorrida no passado no Porto!


Hoje conheci, apenas por mero acaso um "remexe contentores de lixo"!  
Estacionei o meu carro junto a um dos muitos contentores do lixo existentes na Invicta, e enquanto esperava deparei com um homem, aparentando os seus 60 anos, a remexer os contentores do lixo, pensando eu que procurando comida! Será um sem abrigo que busca nestes contentores alguma comida para sobreviver? Interrogava-me eu! Não, de facto aquele homem, de barba por fazer, estava afinal a trabalhar para o seu patrão, ele próprio! Como mais tarde me confidenciou, esta era a sua profissão nos últimos 20 anos. Depois de o ver remexer e retirar alguns objectos de dentro do contentor, reparei que o homem, fazia uma 2º escolha aos objectos retirados do contentor!
- Boa tarde, tem aí uma bela caneca. Uma caneca antiga que vale dinheiro? disse eu
- Boa tarde, se quiser pode ficar com ela por 5 euros! Retorquiu o homem.
- Não quero obrigado, apenas reparo que é antiga e que lhe pode render algum dinheiro!
-Sim, é para levar a uma casa de antiguidades, sempre me rende dois ou três euros, voltou a frisar o homem!
E lá continuou ele a observar cuidadosamente os objectos e a separa-los. Uns castiçais de zinco, um pequeno faqueiro de aperitivos, um cesto em metal, umas salvas, etc!
- O senhor vive disto? voltei à conversa.
-Sim. Respondeu - esta é a minha profissão nos últimos 20 anos!
- Mas vive sozinho, é um sem abrigo? perguntei
- Não meu jovem, vivo ali mesmo naquele Bairro do Sisa Vieira.
De repente, vai ao bolso, saca de um imen e começa a passá-lo pelas peças. - Este enganou-me bem (referia-se ao cesto) e estas salvas pareciam Prata, mas não servem para nada...não rendem nada.
Voltou então a colocar as duas salvas no lixo, mas o cesto esse voltou a guardá-lo.
- Sabe, por este metal ( o tal que não se agarrava ao imen) ainda me dão 4 euros por quilo.
- Quanto faz por dia? voltei ao ataque
- Depende, posso fazer 30 euros, como posso fazer 80. Já tenho encontrado Ouro, Prata e há uma meia dúzia de anos até encontrei 105 contos num contentor, tudo em notas!
- Isso sim foi um achado...pena não ser todos os dias! disse-lhe. - Posso tirar-lhe uma foto? perguntei-
- Pode, mas não me apanhe a cara...quero continuar a ser mais um anónimo deste país...contento-me com uns contentores de lixo, de preferência com lixo pesado...disse-me com um sorriso!
Lá foi colocando o resto dos restos no seu saco...
- Bom aqui já não faço mais nada. Obrigado pela conversa e boa tarde!
- Boa tarde...retribui eu.
E lá foi o homem com um saco numa das mãos e o cesto de ferro antigo na outra

Hoje é dia Mundial do Animal!!!


Hoje, 4 de Outubro, celebra-se o dia mundial do animal. Esta data é assinalada desde 1930 e celebra-se em mais de 45 países.
Neste dia os homenageados são os nossos amigos e companheiros animais. Não só devemos amar e respeitar os animais que vivem nas nossas casas, como também devemos reflectir e lembrarmo-nos dos muitos animais que sofrem às mãos humanas.

Pelo menos hoje, faça um gesto para ajudar um animal sem abrigo

sábado, 2 de outubro de 2010

Há uma luz que nunca acaba...

Muitos são aqueles que infelizmente não tiveram o prazer de conhecer os The Smiths, no seu auge!

Morrisey, o mítico vocalista da banda, marcou uma geração (a minha) não só pelas suas inesqueciveis canções e letras, mas também, pelo lançamento da moda dos, Jean´s com a beira virada para cima, das popas nos cabelos (com muito gel), das gabardinas (roubadas dos nossos pais) e dos óculos de massa pretos (dos nossos avós), enfim, reeditou (em nós) a moda dos anos 50, o estilo rock a billy, nos anos 80´s, que fez muito furor no meu liceu!
A ele devo, por ter adoptado este estilo, as minhas primeiras conquistas!LOL
Ora vejam a figurinha que nós faziamos naqueles brilhantes tempos... de grandes conquistas!

Para comemorar 20 anos passados sob o lançamento de colectânea Bona Drag (roupa bonita), onde constam as canções mais populares da sua carreira a solo, Morrisey, reedita na próxima semana, numa edição britânica, o tema "Everyday is Like Sunday"!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Poemas... de poetas portugueses...

Florbela Espanca

Languidez

Fecho as pálpebras roxas, quase pretas,
Que poisam sobre duas violetas,
Asas leves cansadas de voar...

E a minha boca tem uns beijos mudos...
E as minhas mãos, uns pálidos veludos,
Traçam gestos de sonho pelo ar...

Mesmo aqui ao lado! Vale a pena ouvir!

Carla Carvalho, a ex-vocalista do grupo Gnomon (uma banda cá da terra), inicia agora, conjuntamente com mais um ou outro elemento da extinta banda, um novo e prometedor projecto musical!

A conhecer, deixo-vos aqui este vídeo de divulgação de Xícara , com "imagens recolhidas durante a sessão de gravação deste trabalho...

“Xícara” nasce do gosto pela poesia e pela música tradicional portuguesa. Pretende prestar, musicalmente, homenagem a poetas de todo o país, relembrando tradições e enaltecendo a língua camoniana. Fruto duma rebuscagem da etnografia musical portuguesa, este projecto encerra numa união entre melodias tradicionais e poesia. ..."