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segunda-feira, 22 de março de 2010



I've Got You Under My Skin é uma canção escrita por Cole Porter em 1936 e regravada por Frank Sinatra anos mais tarde, tendo se tornado sua assinatura musical. Foi ainda gravada por muitos outros artistas como Lee Wiley, Steve Barton, The Four Seasons, Ella Fitzgerald, Diana Krall, Dinah Washington, Michael Bublé, James Darren, Cesare Siepi, Al Bowlly e Neneh Cherry.

Escrita em 1936, foi apresentada pela primeira vez num filme musical da MGM com Eleanor Powell chamado Born to Dance pela cantora Virginia Bruce. Foi nomeda para o Oscar de melhor canção daquele ano.

Sinatra a interpretou pela primeira vez no seu programa de rádio em 1946, mas colocou sua marca definitiva dez anos depois, ao apresentar uma versão com muito swing e acompanhada por uma orquestra, num arranjo de Nelson Riddle que se tornou um clássico. A partir dai ele a incluía em todas as suas apresentações ao vivo. Em 1993, no seu famoso álbum Duets, a regravou com Bono Vox.

Actualmente, o jornal Expresso oferece cinco grandes vozes

Frank Sinatra, Maria Callas, Nat King Cole, Billie Holiday e Edith Piaf: são estes os nomes da colecção Grandes Vozes que o Expresso oferece aos leitores.

Sem nenhum treinamento formal, Sinatra desenvolveu estilo altamente sofisticado. Sua habilidade em criar uma longa e fluente linha musical sem pausas para respiração,sua manipulação de frases o fez chegar bem mais longe que o usual dos cantores pop. Teve seu próprio show de TV durante vários anos e nos anos 90 continuou na ativa em concertos e gravações, onde lançou uma série de duetos, inclusive via satélite, utilizando recursos da mais moderna tecnologia. Faleceu a 14 Maio de 1998, tinha 83 anos de idade.

Informação Wikipédia/Expresso

terça-feira, 16 de março de 2010



The Doors foi uma banda de rock norte-americana dos fins da década de 1960 e princípio da década de 1970. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda ainda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o blues, jazz, flamenco e a bossa nova. Canções como "Break on Through (To the Other Side)", "Light My Fire", "People Are Strange" ou "Riders on the Storm", aliadas à personalidade e escândalos protagonizados por Jim Morrison, contribuíram de sobremaneira para o aumento da fama do grupo. Após a dissolução da banda no início da década 70, e especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors tem-se mantido elevado, ultrapassando mesmo por vezes o que o grupo teve enquanto esteve activo. Em todo o mundo, os seus discos e DVDs já venderam mais de 75 milhões de cópias, e continuam a vender cerca de 2 milhões anualmente.

O álbum de estreia da banda, foi gravado em agosto de 1966 e lançado na primeira semana de janeiro de 1967. Incluía a maioria das principais canções das suas actuações, incluindo o drama musical de 11 minutos, "The End". A banda gravou o disco em poucos dias entre finais de agosto e início de setembro, com várias canções a serem capturadas num único take. Morrison e Manzarek dirigiram um filme promocional para o primeiro single, "Break On Through", o que constituiu um importante avanço para o desenvolvimento dos vídeos musicais. O segundo single, "Light My Fire" (cujo vídeo se encontra no cimo deste artigo), tornou-se um grande sucesso no verão de 1967,[12] e colocou o grupo, juntamente com Jefferson Airplane e The Grateful Dead, como uma das principais bandas contracultura da América. Para a rádio AM, os solos de órgão e piano foram retirados da canção. Em maio do mesmo ano, os Doors fizeram a sua estreia televisiva ao gravarem uma versão de "The End" para a CBC nos estúdios de Yorkville, em Toronto. Permaneceu inacessível desde a sua transmissão original até ao lançamento do DVD The Doors Soundstage Performances em 2002.

Os Doors ganharam reputação de artista com performances ao vivo polémicas. Com a sua presença em palco e as calças de ganga justas, Morrison tornou-se um sex symbol, embora depressa se tenha cansado desta condição de estrela. Uma das mais míticas polémicas ocorreu quando os censores da rede ed TV Columbia Broadcasting System (CBS) exigiram que Morrison mudasse a letra de "Light My Fire" através da alteração do verso, "Girl, we couldn't get much higher", antes da banda tocá-la ao vivo a 17 de setembro de 1967, no Ed Sullivan Show. O verso foi trocado para, "Girl, we couldn't get much better".


Recentemente, e nos nossos dias, encontra-se em fase de lançamento, que será a 9 de Abril, um documentário narrado pelo actor Johnny Depp, intitulado When You're Strange, e que reúne 'Imagens de arquivo e excertos de concertos mesclados com depoimentos de Morrison e dos demais integrantes do grupo' (via notíca TVI 24), e cujo trailer já se encontra disponível na Internet.

Fontes: Wikipédia; TVI 24

sexta-feira, 12 de março de 2010





O Tears for Fears é uma dupla de rock surgida nos anos 1980, formada por Roland Orzabalvoz e guitarra) e Curt Smith (voz e baixo). As músicas da dupla foram principalmente criadas por Orzabal, que no início se baseava na teoria do Grito Primal, do psicanalista Arthur Janov, que deu origem ao nome do grupo. Devido a divergências crescentes entre Roland e Curt, com relação ao andamento do grupo, e como cada vez Curt participa menos na composição e nos vocais, a dupla se separa, e através de uma decisão judicial, Roland pode seguir com o nome da dupla. Logo após, é lançada a coletânea Laid so low Tears Roll Down (Greatest Hits 1982-1992). Pelo Tears for Fears (no vídeo acima), Roland lança em 1993 o àlbum Elemental, que ainda conseguiu relativo sucesso com "Break it Down Again", e Curt lança em carreira solo o fracassado Soul on Board. Seguem-se ainda Raoul and the Kings of Spain (1995, por Orzabal, ainda mantendo o nome Tears for Fears) e Saturnine Martial & Lunatic em 1996. Com as fracas vendas do último disco, Roland lança em carreira solo o disco Tomcats screaming outside, em 2001. A dupla se reencontra em 2003 com a intenção de obter novamente o sucesso, com o álbum Everybody loves a Happy Ending.

Informação Wikipédia