Mostrar mensagens com a etiqueta Petição. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Petição. Mostrar todas as mensagens

sábado, 31 de julho de 2010

Notícias sobre Sakineh, a iraniana em risco de morte por apedrejamento


Na sequência do post colocado pelo Henrrique, publico hoje a ultima actualização da situação que recebi da Amnistia Internacional a 12 de Julho de 2010:

Na sequência da pressão que está a ser exercida pelos activistas da Amnistia Internacional, durante o fim-de-semana chegou a notícia que a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani não será executada por apedrejamento. A garantia foi dada pelo Embaixador do Irão no Reino Unido. No entanto, a pena capital não foi anulada e esta mãe de duas crianças continua em risco de vida.



Você ainda pode ajudar a fazer a diferença entre a vida e a morte desta mulher. Participe. Tudo o que tem de fazer é enviar a carta que aqui reproduzimos via correio, email ou através da Internet, para as moradas abaixo indicadas:

Líder da República Islâmica:
NOME: Ayatollah Sayed ‘Ali Khamenei,
ENDEREÇO:
The Office of the Supreme Leader
Islamic Republic Street – End of Shahid Keshvar Doust Street
Tehran, Islamic Republic of Iran

Via email: info_leader@leader.ir

Via website: http://www.leader.ir/langs/en/index.php?p=letter (Inglês);
http://www.leader.ir/langs/fa/index.php?p=letter ( Persa)

Saudação:
Your Excellency

CARTA A ENVIAR:

"Your Excellency,

I am writing to you to express my deep concern about the impending execution of Sakineh Mohammadi.

Sakineh Mohammadi Ashtiani, a mother of two, was convicted of adultery despite the lack of any corroborating evidence against her, and sentenced to death. She retracted the confession she said she made under duress.

I welcome the news stating that Sakineh Mohammadi will not be executed by stoning, however, her precise legal status is unclear, as her lawyer has not received any official communication regarding commutation of her death sentence. So I urge you to halt the imminent execution of this woman and to commute her death sentence.

I also call on Your Excellency to speedily enact legislation that unequivocally bans stoning as a legal punishment and does not permit the use of other forms of the death penalty or flogging or imprisonment against those convicted of “adultery”.

Sincerely,

Nome
País"

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Morte por apedrejamento...

Em 2006, Sakineh Mohammadi Ashtiani foi condenada por ter mantido [supostamente] relações ilícitas e recebeu 99 chibatadas. Desde então, esta mulher de 43 anos está na prisão, onde se retratou da confissão feita sob a coerção das chicotadas.

Só recentemente é que ela foi levada ao tribunal e recebeu um novo julgamento. De novo ela foi condenada e, desta vez, apesar de já ter sofrido uma punição, foi sentenciada à morte por apedrejamento.
Ashtiani, uma mãe iraniana, pode ser executada a qualquer momento. Ler tudo aqui

A indignação deste caso, tal como doutros semelhantes, estão cada vez mais na mira da comunidade internacional que, em maior o número, começa a manifestar-se seriamente contra este tipo barbárie!
Assim, tal como eu, assinante nº 140.204, nomes sonantes do mundo politico e artístico, como o Presidente Fernando Henrique Cardoso, Chico Buarque, Michael Douglas, Peter Gabriel, Annie Lennox, Yoko Ono, Gwyneth Paltrow, Salman Rushdie,Sting,Caetano Veloso, Catherine Zeta Jones, já tomaram "uma atitude contra a prática do apedrejamento"; e "contra o abuso de mulheres... assinando esta petição!. Por Favor, faça o mesmo!

"O apedrejamento de Soraya M (THE STONING OF SORAYA M)", filme de 2008, conta uma história semelhante a esta. A história (verídica) de um jornalista francês, abandonado numa remota aldeia iraniana, que é abordado por Zahra, uma mulher que tem uma história horrível para narrar sobre sua sobrinha, Soraya, e as circunstancias da sua morte sangrenta no dia anterior.
Enquanto o jornalista liga o gravador, e Zahra nos levava de volta ao começo da história que envolve o marido de Soraya, um falso mulá (líder da mesquita muçulmana), e uma cidade envolta em mentiras, repressão e pânico.
As mulheres, despojadas de todos os direitos e sem recursos, nobremente confrontam os desejos devastadores dos homens corruptos, que usam e abusam da autoridade para condenar Soraya, uma esposa inocente mas inconveniente, a uma morte injusta e cruel. Um drama sobre o poder do crime, um mundo fora da lei e a falta de direitos humanos para as mulheres.
A última esperança de alguma justiça está nas mãos do jornalista, que deve escapar com a história – e sua vida – para que o mundo tome conhecimento. Baseado no livro homônimo do autor franco-iraniano Freidoune Sahebjam. Tirado daqui