p.s. para um melhor aproveitamento da experiência ponham em full screen :D
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Felizes e divertidos
Podem-nos tentar impingir um IVA norueguês, podem-nos privatizar a saúde, o ensino e até mesmo o ar que respiramos. Mas nunca deixaremos de ser uns Deuses felizes e divertidos :)
quarta-feira, 23 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Sempre Yann Tiersen...
7 de Maio - Hard Club Porto
Vale muito a pena conhecer este novo Dust Lane ...
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Control - A vida de Ian Curtis
Control relata a história de Ian Curtis desde os seus tempos de estudante ao seu trágico suicídio em 1980. O filme destaca o lado humano do vocalista, a relação com sua mulher, Deborah Curtis e com a sua amante, Annik Honoré. Apresenta-nos a luta travada por Ian Curtis contra a epilepsia num crescendo de intensidade, a par do contínuo sucesso da banda, Joy Division.
A película é baseada no livro “Touching from a Distance” de Deborah Curtis, um retrato biográfico da vida de Ian Curtis desde o período da sua adolescência até à sua trágica morte após os três curtos anos de duração dos Joy Division. Ian Curtis uma figura singular que, após lhe ser diagnosticado a doença de epilepsia, se torna cada vez mais alienado ao exterior entrando numa depressão directamente relacionada com algumas das suas más decisões - o facto de ter casado cedo, ter tido uma amante... Tudo isto associado a uma crescente exigência que a banda lhe impunha, leva a um profundo agravamento da sua doença e depressão, resultando no trágico suícidio a 18 de Maio de 198
Control foi apresentado pela 1ª vez no Festival de Cannes de 2007 e, nos British Independent Awards, é galardoado com 5 prémios, entre os quais, o melhor realizador (Anton Corbijin), melhor realizador estreante (Anton Corbijin) e actor estreante mais promissor (Sam Riley).
É um filme intenso, dramático que capta bem a essência da época e da personalidade perturbada e depressiva de Ian Curtis. Sam Riley que também é cantor estreia-se no mundo cinematográfico com uma interpretação excelente do vocalista Ian Curtis, quer ao nível da personalidade quer da sua presença em palco. Embora a performance de Sam Riley tenha sido deveras excelente, nas vocalizações falta-lhe o timbre cavernoso e a colocação da voz que Ian Curtis singularmente possuía.
Um filme a ver, rever, ouvir e sentir...
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domingo, 13 de março de 2011
Porque de vez em quando...
... Sabe muito bem fechar os olhos e ouvir algo assim...
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Milan Kundera «A Insustentável Leveza do Ser»
Bem mais conhecido pela versão filme de Philip Kaufman e do desempenho de Juliette Binoche, A Insustentável Leveza do Ser é, primeiramente, um livro publicado em 1984 por Milan Kundera, nascido em 1929 na República Checa. Este romance retrata, por um lado, uma República Checa – na altura a Boémia – invadida pelo comunismo feroz stalinista de 1968, e por outro lado, uma questão filosófica sobre a relação leveza/peso e o ser humano.(...) O comunismo que Milan Kundera observa nesta obra, é aquele típico: o fascismo de esquerda (muda-se da direita para a esquerda, sem alterações).(...) A dicotomia peso/leveza constitui a parte filosófica do livro. A leveza, para Kundera, dá-se na ausência de compromisso com alguém ou com alguma coisa e está relacionada com o existencialismo. O peso é precisamente o oposto à leveza.
Leia a crítica completa aqui.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
J.M. Coetzee «Slow Man»
Durante um passeio de bicicleta, um homem é atingido com gravidade por um automóvel e, em consequência dessa acção, esse homem vê uma das suas pernas ser-lhe amputada. (...)Paul passa o tempo a queixar-se da realidade da sua nova vida, a tentar lidar à tragédia que lhe sucedeu e que tanto o impossibilita de fazer as tarefas do dia-a-dia. Até ao dia em que conhece a enfermeira Marijana Jokić, uma imigrante croata, mãe de três filhos, que devolve a Paul a alegria de viver quando este cria uma fantasia amorosa em relação a Marijana.
Slow Man – em português O Homem Lento – foi o primeiro romance a ser publicado por J.M. Coetzee depois de ter ganho, em 2003, o Prémio Nobel da literatura. Este romance explora a solidão de uma forma grotesca e triste, sem excluir totalmente tempo e espaço para a felicidade em tons agradavelmente inesperados, tal como o autor sul-africano/australiano nos tem habituado.
Leia a crítica completa aqui.
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Literatura